Esta semana foi diferente.
Tive momentos muito bons e alguns dias complicados. Esta minha forma de ser complicada é que atrapalha tudo... Já vos tinha dito que a maior luta é connosco próprios certo? É mesmo verdade.
Basta alguém dizer algo que não eu não goste ou basta alguém interferir na minha rotina ou nas minhas coisas, AIIII que eu fico passada interiormente, e isso faz com que eu perca momentos de felicidade diários. Mas não desisto de melhorar um bocadinho todos os dias. Sou complicada? Sou. Mas também sou teimosa e preserverante :)
Mas colocando para traz das costas estas coisas que em nada acrescentam, tive uma semaninha de férias em que tive apenas um dia com o meu marido, só os dois, sem ninguém. Em que nos deitamos e acordamos ao mesmo tempo, sem despertadores, sem preocupações, apenas muito amor e companheirismo. (Isto foi a folga dele). Foi um dia unico, comemos porcarias, fizemos alumas comprinhas de natal para os mais especiais e não nos preocupamos com nadaaa.... Há tanto tempo que não tinha um dia em que não me preocupasse com nada... Para melhorar a meio da semana fui à festa de Natal da empresa onde trabalho. E que festaaaaa.... Fico emocionada, de cada vez mais, presenciar que ainda existem empresas e pessoas que se preocupam com os outros. Entre 300 colaboradores, rimos, comemos, dançamos, vimos pessoas, até pessoas que não conhecíamos, bebemos, e demos milhares de gargalhadas felizes! Sim porque sentia-se que as pessoas estavam felizes. Esta empresa não se limita apenas a exigir números ao final do dia, mas preocupa-se também pelo menos uma vez por ano em proporcionar algo aos seus colaboradores, neste caso conseguiram pegar numa das garagens de um dos Hotéis e transformá-la na maior festa de garagem do ano!!! Desde Dj's a bar aberto cheio de luzinhas, puffs e mesas iluminadas, comida e muito muito convívio e alegria, não posso negar que este tipo de atividades suscitão nos colaboradores uma zona de alegria e conforto atribuindo uma maior vontade de trabalhar e deixar o nossos chefes satisfeitos ao final do dia... Pelo menos é o que acontece comigo.
Estou grata, grata pela minha vida.
Se tenho tudo o que quero??? Nem de longe, acreditem. Mas, o que tenho faz de mim uma pessoa feliz. Tudo a seu tempo....
22 dezembro, 2013
13 dezembro, 2013
Casada ou apaixonada pelo trabalho?
Falava eu à dias com uma enorme amiga minha sobre as nossas aventuras no trabalho. Os disparates ditos pelos colegas que nos fazem rir, as desavenças de uns, as inamizades de outros e aqueles que com a sua disposição brilhante nos conseguem encher a alma todos os dias e ainda nos fazem ter vontade de ser melhores a cada dia porque acreditam nas nossas capacidades e gostam de nos por aquilo que somos.
Após duas horas seguidas de conversa e de muitas gargalhadas, essa minha amiga me dizia que no verão passado com toda a azáfama que o Algarve passa nos meses de Julho e Agosto e com o pouco staff para suportar esta loucura, ela teve de abdicar de várias horas livres do tempo dela pois entrava mais cedo do que era suposto e saia mais tarde para garantir que tudo naquela recepção ficava assegurado. Vamos ser realistas, em pleno Verão onde tanto já se trabalha no Algarve, em que parece que as pessoas andam loucas porque tudo corre para o Algarve com reservas feitas à ultima da hora, tudo lotado, e mesmo de férias todas sem paciência para esperas, temos de admitir que o meio de tanto cansaço para quem esta a trabalhar, ainda abdicar do pouco tempo que tem para fazer mais horas enquanto vê toda a gente nas praias e em sunset's e festas, há que gostar muito daquilo que faz.
Ela relatava-me que a mãe dela quase na recta final do verão lhe disse: - "Não podes casar com o trabalho".
E ela com a sua calma responde à mãe: - "Mãe eu não sou casada com o trabalho, eu sou apaixonada pelo meu trabalho"
A Verdade é que o verão passou, nenhum chefe lhe pediu que ela fizesse o que fez, mas ficaram gratos, ela aprendeu ainda mais da area dela, cresceu mais um pouco e marcou a diferença. E a verdade é que quando estão em fase de contratações para o hotel, é ela que é chamada.
Ganha algum balurdio??? Não, não ganha (como todos nós neste momento, acho eu), mas está a construir carreira e a apostar nela e naquilo que ama, é nova, tem a vida pela frente, e o que me alegra é ver alguem que tão novo está a olhar para o dia de amanhã, está a abrir portas por onde vai passando, e isto é extremamente importante. No trilho que vamos passando, é fulcral deixarmos portas abertas e não fechadas, não sabemos o dia de amanhã...
Obrigada minha querida Solange, porque com esta pequena conversa me fizeste olhar para o meu próprio interior e analisar que vale a pena vir trabalhar todos os dias, quem sabe hoje não é o teu dia de te apaixonares por aquilo que fazes?
Um beijo gigantérrimo cor de rosa*
Após duas horas seguidas de conversa e de muitas gargalhadas, essa minha amiga me dizia que no verão passado com toda a azáfama que o Algarve passa nos meses de Julho e Agosto e com o pouco staff para suportar esta loucura, ela teve de abdicar de várias horas livres do tempo dela pois entrava mais cedo do que era suposto e saia mais tarde para garantir que tudo naquela recepção ficava assegurado. Vamos ser realistas, em pleno Verão onde tanto já se trabalha no Algarve, em que parece que as pessoas andam loucas porque tudo corre para o Algarve com reservas feitas à ultima da hora, tudo lotado, e mesmo de férias todas sem paciência para esperas, temos de admitir que o meio de tanto cansaço para quem esta a trabalhar, ainda abdicar do pouco tempo que tem para fazer mais horas enquanto vê toda a gente nas praias e em sunset's e festas, há que gostar muito daquilo que faz.
Ela relatava-me que a mãe dela quase na recta final do verão lhe disse: - "Não podes casar com o trabalho".
E ela com a sua calma responde à mãe: - "Mãe eu não sou casada com o trabalho, eu sou apaixonada pelo meu trabalho"
A Verdade é que o verão passou, nenhum chefe lhe pediu que ela fizesse o que fez, mas ficaram gratos, ela aprendeu ainda mais da area dela, cresceu mais um pouco e marcou a diferença. E a verdade é que quando estão em fase de contratações para o hotel, é ela que é chamada.
Ganha algum balurdio??? Não, não ganha (como todos nós neste momento, acho eu), mas está a construir carreira e a apostar nela e naquilo que ama, é nova, tem a vida pela frente, e o que me alegra é ver alguem que tão novo está a olhar para o dia de amanhã, está a abrir portas por onde vai passando, e isto é extremamente importante. No trilho que vamos passando, é fulcral deixarmos portas abertas e não fechadas, não sabemos o dia de amanhã...
Obrigada minha querida Solange, porque com esta pequena conversa me fizeste olhar para o meu próprio interior e analisar que vale a pena vir trabalhar todos os dias, quem sabe hoje não é o teu dia de te apaixonares por aquilo que fazes?
Um beijo gigantérrimo cor de rosa*
09 dezembro, 2013
Uma luta comigo própria
Já há muito tempo que não tinha um fim-de-semana tão atipico e ao mesmo tempo que me soubesse e me deixasse tão feliz...
Isto realmente não é só trabalho, se há algo que tenho aprendido é que devemos organizar muito bem o nosso tempo e dirigir muito bem as nossas prioridades em cada tempo correspondente.
Não devemos ser de todo super vidrados no trabalho, mas enquanto estamos no nosso horário de trabalho, devemos dar tudo de nós, mas assim que saimos do "modo" trabalho, temos de ter bem ciente dentro de nós que temos uma familia à nossa espera que também precisa do nosso melhor! Se aprendermos a dirigir os nossos tempos acabamos por o aproveitar melhor cada um deles e aumentar o nosso set point da Felicidade...
Eu não sei se vocês meninas sofrem do mesmo que eu. Quando estou menstruada, fico "passada"! Sim pois fico, e infelizmente descarrego nos que mais amo... Fico super rabugenta e calha-me sempre um dia que fico hiper mega rabugenta e tudo o que me dizem está errado, e tudo o que me dizem me irrita, qualquer pessoa que me diriga a palavra eu tenho vontade de lhes bater estão a ver???? (Meu deus estou a ser um pouco exagerada) mas é mais ou menos isto que acontece dentro de mim, tenho tentado melhorar mês após mês mas não tem sido nada fácil domar a minha própria fera.
Esta foi a parte atipica do meu fds, a parte boa é que tive em Lisboa os meus pais amados, irmãozinho (já com 19 anos, mas para mim é sempre o meu bebé) e ainda a minha melhor amiga.
Não vos posso mentir estava a morrer de saudades, há mais de um mês que não via a minha familia e já estava com saudades do falar alto do meu pai, dos miminhos da minha mãe... Enfim... Ter familia é mesmo muito bom :)
Este fim-de-semana cresci mais um pouco, em vez de me concentrar em mim e tratar as pessoas que mais amo, "mal" por estar mal disposta, tive uma conversa séria comigo própria antes de sair de casa para passear com a minha mãe e melhor amiga.
- Tens a certeza que vais desperdiçar este tempo precioso por causa de uma birra menstrual? Choraste tanto com saudades da familia e vais tratá-los mal?
Não foi fácil, parece fácil, mas a luta interior com nós memsos é do mais complicado que existe.
O que vos quero dizer nesta manhá é: não trabalhem apenas nos vossos trabalhos, trabalhem também com a vossa própria pessoa, com o vosso caracter, pensem naqueles que esttão em redor e em nada têm culpa do mau dia que estão a ter.
"Não se esqueçam de pagar o "mal" com o bem"...
E deixo algumas fotos do maravilhoso fim-de-semana que tive :)
Beijinhos gigantérrimo cor de rosa*
Isto realmente não é só trabalho, se há algo que tenho aprendido é que devemos organizar muito bem o nosso tempo e dirigir muito bem as nossas prioridades em cada tempo correspondente.
Não devemos ser de todo super vidrados no trabalho, mas enquanto estamos no nosso horário de trabalho, devemos dar tudo de nós, mas assim que saimos do "modo" trabalho, temos de ter bem ciente dentro de nós que temos uma familia à nossa espera que também precisa do nosso melhor! Se aprendermos a dirigir os nossos tempos acabamos por o aproveitar melhor cada um deles e aumentar o nosso set point da Felicidade...
Eu não sei se vocês meninas sofrem do mesmo que eu. Quando estou menstruada, fico "passada"! Sim pois fico, e infelizmente descarrego nos que mais amo... Fico super rabugenta e calha-me sempre um dia que fico hiper mega rabugenta e tudo o que me dizem está errado, e tudo o que me dizem me irrita, qualquer pessoa que me diriga a palavra eu tenho vontade de lhes bater estão a ver???? (Meu deus estou a ser um pouco exagerada) mas é mais ou menos isto que acontece dentro de mim, tenho tentado melhorar mês após mês mas não tem sido nada fácil domar a minha própria fera.
Esta foi a parte atipica do meu fds, a parte boa é que tive em Lisboa os meus pais amados, irmãozinho (já com 19 anos, mas para mim é sempre o meu bebé) e ainda a minha melhor amiga.
Não vos posso mentir estava a morrer de saudades, há mais de um mês que não via a minha familia e já estava com saudades do falar alto do meu pai, dos miminhos da minha mãe... Enfim... Ter familia é mesmo muito bom :)
Este fim-de-semana cresci mais um pouco, em vez de me concentrar em mim e tratar as pessoas que mais amo, "mal" por estar mal disposta, tive uma conversa séria comigo própria antes de sair de casa para passear com a minha mãe e melhor amiga.
- Tens a certeza que vais desperdiçar este tempo precioso por causa de uma birra menstrual? Choraste tanto com saudades da familia e vais tratá-los mal?
Não foi fácil, parece fácil, mas a luta interior com nós memsos é do mais complicado que existe.
O que vos quero dizer nesta manhá é: não trabalhem apenas nos vossos trabalhos, trabalhem também com a vossa própria pessoa, com o vosso caracter, pensem naqueles que esttão em redor e em nada têm culpa do mau dia que estão a ter.
"Não se esqueçam de pagar o "mal" com o bem"...
E deixo algumas fotos do maravilhoso fim-de-semana que tive :)
Beijinhos gigantérrimo cor de rosa*
04 dezembro, 2013
O Melhor do Meu Dia - A Historia da Liz - "Olá Deus, Sou a Liz"
Não posso deixar de partilhar convosco o melhor do meu dia, um testemunho que encheu a minha alma e coração...Estou a ler já a alguns meses confesso, este belíssimo livro, (vou lendo no trajeto do metro casa-trabalho-trabalho-casa) e para além de constatar puras verdades quotidianas que todos podemos pôr em prática todos os dias para nos tornarmos mais felizes, e ainda nos oferece testemunhos e relatos de situações que mudaram a vida de muitas pessoas com a simples mudança de atitude e pensamento, Cá Vai a que me deixou completamente rendida:
A História da Liz - "Olá Deus, Sou a Liz."
Estava na casa de banho do piso térreo da minha casa em Nova Iorque que comprei recentemente com o meu marido. Era um dia frio de Novembro por volta das 3 da manhã. O meu marido dormia profundamente na nossa cama. Eu estava escondida na casa de banho, tal como vinha fazendo há coisa de 47 noites consecutivas e chorava convulsivamente. Tanto que já tinha formado um verdadeiro lago de lágrimas no chão de azulejo à minha frente, um lago composto por toda a minha vergonha, dor, medo e confusão.
"Não quero continuar casada!"
Fazia um esforço tão grande para não pensar isto, mas a verdade insistia em impor-se-me, impiedosamente.
Tinha eu um enorme orgulho no que tínhamos conquistado, o casarão em Nova Iorque, as oito linhas telefônicas, os amigos, os piqueniques e as festas, os fins-de-semana percorrendo todas as lojas de decoração possíveis e imaginárias usando e abusando dos cartões de crédito?!
Sentia que tinha participado activamente em todos os momentos da criação desta vida - Então porque me sentia tão vazia, desinteressada e desiludida?
"Não quero continuar casada!"
O meu marido dormia placidamente no quarto lá de cima, na nossa cama. E eu... simultaneamente amava-o e não o suportava.
As razões que me levaram a não querer ser a mulher daquele homem são demasiado pessoais e demasiado tristes para serem partilhadas aqui. Muitas delas tinham que ver com os meus problemas.
Nem tão pouco dizer porque é que o amei, porque quis casar com ele. Será suficiente dizer que, nessa noite, para mim ele ainda era o meu farol e o meu maior obstaculo ao meu sucesso em igual medida. A única coisa ainda mais inimaginável do que partir seria ficar. Não queria destruir nada nem ninguém. Só queria escapulir-me. Esta parte da minha vida não é bonita, mas se a partilho aqui é porque algo estava para acontecer naquela casa de banho que viria a mudar para sempre o decurso da minha vida. Quase como um daqueles fenômenos astrológicos seculares em que um planeta explode no espaço sem nenhuma razão aparente, uma coisa assim do gênero.
Aconteceu que comecei a rezar.
Tipo a Deus - estão a ver?
Ora, isto foi uma estreia para mim, embora, culturalmente (não teologicamente) eu seja cristã. Por tradição respondi à mistica das religiões. Reagi sempre com uma excitação ofegante a qualquer pessoa que dissesse que Deus não vive num qualquer texto sagrado nem num trono distante dos céus, mas que, pelo contrário está muito perto de nós - muito mais perto do que podemos imaginar, respirando directamente para os nossos corações.
No entanto, a meio dessa obscura crise de Novembro, eu não estava interessada em anunciar os meus pontos de vista sobre teologia. Queria apenas salvar a minha vida, tinha finalmente reparado que tinha atingido um incrível estado de desespero que ameaçava a minha própria vida e ocorreu-me que as pessoas nesse estado recorrem a Deus em busca de ajuda.
O que eu disse a Deus entre soluços foi qualquer coisa como:
"Olá Deus, tudo bem? Sou a Liz. Muito prazer em conhecê-lo.
Isso mesmo, falei com o criador do Universo como se nos tivessem acabado de nos apresentar numa festa. Na verdade foi o melhor que consegui fazer para evitar dizer "Sempre fui uma grande fã do seu trabalho"...
Desculpe estar incomodá-lo a esta hora da noite, prossegui, mas estou com um grave problema. Lamento nunca ter falado consigo antes, mas tenho esperança de Lhe ter sempre expressado a minha enorme gratidão por todas as bençãos que me tem dado na vida."
Este pensamento fez-me chorar ainda mais. Recompus-me o suficiente e continuei: "Não sou especialista em orações como sabe, mas, por favor pode ajudar-me? Estou a precisar desesperadamente de ajuda. Não sei o que fazer! Preciso de uma resposta. Por favor diga-me o que fazer. Por favor diga-me o que fazer. Por favor!!!!
Repeti várias vezes. Implorei como se pedisse pela própria vida. O choro continuou interrupto até que, subitamente , parou.
De repente percebi que já não estava a chorar. Na verdade tinha parado de chorar a meio dos soluços. A minha tristeza tinha sido completamente aspirada dentro de mim. Levantei os olhos surpreendida perguntando-me se iria ver à minha frente algum Ser grandioso que me tivesse enxugado as lágrimas, Mas ninguém apareceu. Estava sozinha, mas ao mesmo tempo não completamente só. Estava rodeada por algo que só consigo descrever como reduto de silencio - um silêncio tão raro que eu não queria sequer respirar para o assustar,.
Depois ouvi uma voz: "Não te assustes!" Não era uma voz de velho testamento ou de Hollywood, era simplesmente a minha voz a falar no intimo do meu ser, mas de uma forma que nunca tinha ouvido antes. Era a minha voz perfeitamente sábia tranquila e e passiva. como se alguma vez na vida tivesse experimentado o amor e a segurança. Como descrever a afeição calorosa daquela voz ao dar-me a resposta que selaria para sempre a minha fé no divino?
A voz disse: Volta para a cama, Liz.
Suspirei.
Foi tão imediatamente obvio que aquela era a unica coisa a fazer! A verdadeira sabedoria fornece a unica resposta possível num dado momento e naquela noite voltar a cama era a unica resposta possível.
Volta para a cama porque eu amo-te. Volta para a cama porque é a única coisa que precisas para já é de descansar e cuidar de ti até que obtenhas a resposta. Volta para a cama de modo que, quando vier a tempestade, te sintas suficiente forte para enfrentá-la. E a tempestade virá, minha querida. Muito em breve. Mas não esta noite, portanto, volta para a cama Liz..
Actualmente a minha ligação a Deus à voz que reside no meu coração é a melhor e mais importante relação da minha vida, e o modo como honro esta relação é mantendo a minha vida o mais tranquila possível, de forma a poder ouvir a voz.
Não significa que ande a nadar num oceano e felicidade. Quando as crises surgem abalam-me e chocam-me tal como a qualquer pessoa, a diferença é que agora eu já não tento combater o que acontece, em vez disso rendo-me áquilo que me surge à frente. Não significa que seja sempre fácil ou que consiga andar de um lado para o outro sempre mega feliz e entusiasmada quando a minha vida parece destruída. Significa sim que o meu trabalho - e é aqui que entra a oração - consiste em manter-me suficiente receptiva e desperta para perguntar ao Universo ou a Deus: "Exatamente , o que é que me está a pedir a pedir para eu fazer, que eu ainda não percebi? Abra-me os olhos de modo que eu veja como usar este canal.
Em vez de rezar para me lamentar, rezo como se fizesse um inquérito para reunir informação "por favor pode mostrar-me o que devo fazer agora?.
Desde essa noite na casa de banho em que me apresentei a Deus, a minha vida sofreu uma reviravolta completa
. Onde existia neurose e sofrimento, existe agora paz e satisfação.Esta voz faz pare de mim agora..
é esta a experiência recorrente de conversar com Deus - perguntando, escutando e depois acatando a Sua resposta - que me mantem no caminho de uma felicidade cada vez maior.
Ainda numa utra noite Lhe disse: Como poderei eu agradecer-Te, meu Deus?
A voz Serena e divertida dentro de mim fez-me sorrir: Vai mantendo o contacto"...
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