22 abril, 2014

Pelas pessoas que "Dávamos o Cú e 7 tostões" e que só nos desiludiram, sem razão.

A vida é uma aprendizagem, e tudo o que ontem foi, hoje já não é.
A vida insiste em mostrar-me aqueles que muito amámos e muito confiamos e hoje a nossa teoria de amor e confiança simplesmente cai por terra e tudo se desmorona.
Pessoas em que derramámos a nossa alma, contámos os nossos mais secretos segredos. Desabafámos, chorámos, rimos, abrimos o nosso coração, nunca pondo em causa nada. Simplesmente confiando no nosso ouvinte, em que chegámos a por as mãos no fogo por essa pessoa, em que a defendemos com a maior garra existente dentro de mim.
Mas e a mim? Quem me defendeu? Quem me ouviu? Quem me compreendeu? Nunca pondo em causa que estava simplesmente a dizer a verdade?
As pessoas são más! E assim que podem, cortam-nos ao meio, utilizando tudo o que foi desabafado com amor, e tornam na pior coisa do mundo. Denigrem, e usam o nosso nome para se defenderem das suas próprias armadilhas com outras pessoas.
O ser humano perde as estribeiras e há seres que levam tudo à frente, sem olhar a fins e a meios.
O pior é quando este ser, se trata de uma pessoa que era uma das maiores referencias nas nossas vidas, quando davamos "o cú, e 7 tostões" [desculpem a expressão] por elas, e assim que poderam, usaram o nosso nome da pior forma. Pior ainda, usando o nosso nome para se defenderem a outros e de assuntos que nada têm haver. Está tudo louco???? Ou sou eu que estou maluca???
Que dor!
No meio da dor, mesmo assim é quando conseguimos analisar quem está connosco. Quem nos entende sem fazer joguinhos de mente tentanto adivinhar o que nos sentimos.
No meio da dor, vimos quem estende a mão amiga, e nascem ou reforçam-se laços que até ja existiam.
No meio da dor, ainda assim conseguimos pegar um pouquinho de esperança e tranquilidade.
Honra, é maior do que qualquer riqueza deste mundo sabiam? Pelo menos para mim, quem toca no meu nome injustamente, isso sim é uma dor! O nosso nome é o bem mais precioso que detemos, e devemos preservá-lo ao máximo, por isso, deixei de confiar, "resguardei-me" e há quem pense que sou "má". Prefiro assim, do que me envolver emocionalmente e passados anos me tocarem com o mal das suas linguas, com o mal das suas atitudes.
Prefiro assim, do que corromper o meu coração com mal.





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