20 agosto, 2014

..."vamos embora fazer alguém feliz hoje!”...


Tenho uma dor.
Uma dor incontrolavel.
Sou respondona, ponto. Respondona ás vezes demais. Respeito os outros por vezes demais, mas quando me passo ás vezes perco as estribeiras. Não quero, mas perco por vezes.
Isto acontece em duas situações: quando tocam nos meus, ou quando tocam no meu trabalho.
Sou altamente exigente. Tranquila demais para tudo na vida, mas, o que se refere a estes dois pontos chego a ser exageradamente “ofensiva”.
Não toquem nos meus, e não toquem no meu trabalho. Quando me refiro a trabalho, refiro-me ao bem estar de cada cliente que fica hospedado em cada um dos nossos hoteis.
Quando algo não está bem, sou persistente em resolver a situação, ás vezes demais.
Quero que os outros sintam a mesma preocupação. Quero que os outros “amem” os clientes como eu os “amo”. Quero que se preocupem com eles e que não sejam levianos. É obvio que tembem eu tenho dias menos bons em que não tenho pachorra para aturar ninguém, mas, primeiro os nossos clientes.
Quando será que vamos colocar na nossa cabeça que a empresa que nos alimenta nós temos a obrigação de a alimentar?! Isto é, tenho de fazer o meu melhor, organizar-me, e fazer com que os meus clientes se sintam na sua segunda casa. O tratamento tem de ser o melhor. Não importa se já são 18h00. O que fazemos debaixo de leviandade hoje vai trazer repercussões amanhã.
O que não falta no mercado são ofertas. Qual é o nosso dever? Cuidar do que temos em casa para não os perdermos e captar cada vez mais clientes novos. Isso dá trabalho. Mas no fim do mês sabe-nos bem receber o ordenado. Mesmo que não seja muito, mas é esse mesmo ordenado que nos coloca a papinha na mesa (na maioria dos casos). Se o vosso trabalho não vos traz esta sensação de responsabilidade, agarrem-se ás coisas boas. Temos de nos automotivar todos os dias. Ou vocês acham que me apetece trabalhar todos os dias? Acham que sou uma pessoa radiante sempre? Claro que nãooo!!!! Mas porra! Mesmo agora me apetecia estar no Algarve em casa com a familia a comer uns camarões e a beber uma cerveja, mas não posso! Enquanto não posso, vou chorar? Claro que nãooo! Vou olhar para os meus clientes e pensar: “Eles precisam de ti, portanto atina-te, força, vamos embora fazer alguém feliz hoje!”
Temos de pensar como: a minha empresa é um corpo, eu sou um dos membros, portanto todos os membros são fundamentais ao bom funcionamento deste corpo. Tu és importante dentro do teu local de trabalho, as tuas acções, atitudes e responsabilidades vão fazer toda a diferença juntamente com toda a equipa. Equipas felizes e unidas fazem toda a diferença. Sozinhos não somos nada, precisamos sempre dos que estão ao nosso redor.
O meu grave problema é que ás vezes quero mudar as pessoas que estão comigo, mas essa é uma tarefa impossivel, e como sei disso respiro fundo 10 vezes cada vez que me irrito antes de responder, mesmo assim as vezes respondo, mas estou a tentar....J
 
Ana Tomé
 
 

19 agosto, 2014

A verdadeira descição da minha Terra por Alguem que não é de lá mas sentiu o que eu sinto...

Esta manhã escrevi-vos sobre a minha semana passada, em como pensei na forma de vos fazer chegar o que o Algarve causa em mim... No fim ficaram as saudades apenas, pois Olhão é a minha terra Natal.
Mas agora quero partilhar convosco o que uma colega descreveu no seu blog, (melhor impossivel) onde ela expressa exactamente o que eu sinto em relação à minha terra e ao que tudo se vive lá!
Por favor leiam e desfrutem como eu :)
http://vaificartudobeem.blogspot.pt/2014/08/olhao-festival-do-marisco-by-hoteis-real.html

Um enorme beijinho*

Será que algum dia vou voltar?

Pensei por variadíssimas vezes como haveria de escrever um post acerca da minha semana passada. Estive fora em trabalho, no Algarve, que por sinal é a minha casa e terra amada. Tive das melhores semanas de trabalho da minha vida, acompanhada por colegas e chefias brilhantes, pelas quais tenho uma admiração e respeito incríveis.
Senti-me realizada, e senti-me eu! Conheci variadíssimos clientes, conversámos imensooo e revi algumas caras Olhanenses o que me enche a alma, porque tenho mesmo o feeling de que Estou em casa!
Mas para além de toda a azafama e alegria que me acompanharam, o que ficou dentro de mim foi: um sentimento de saudade e melancolia. Um sentimento de querer voltar. Um sentimento de que por mais que outras cidades nos ofereçam e por mais que gostemos de estar onde estamos, a nossa casa é sempre a nossa casa...
Olhava para a Ria Formosa em Olhão e pensava: "já vivi aqui e acho que de facto nunca aproveitei esta qualidade".
Mas depois colocam-se as restantes questões, será que seria tão realizada profissionalmente falando no Algarve? Será que teria as mesmas oportunidades? Será que teria o meu cantinho verdadeiro sem ter de passar a vida na casa deste familiar e de outro, porque querem-nos perto? Será que algum dia vou voltar? Esta sim, é a pergunta que diariamente me persegue...
Quero ainda assim, partilhar algumas imagens que mostram a minha felicidade da semana passada :)








04 agosto, 2014

A maior alegria dos ultimos dias foi ter aberto a porta de casa na Sexta feira as 2h30 da manhã, e ver que os amigos mais proximos, mais chegados e muito amados estavam ali para nos fazerem uma mega surpresa!
O Fim-de-semana passou, agitadissimo e rapidissimo, com uma lagrima no canto do olho por vê-los partir novamente, e a alegria desta manhã fo: "Obrigada Pai, pelo privilégio de mais um dia, de mais um inicio de semana cheio de trabalho!"
Feliz Dia e feliz Semana para todos! Muita força e descontração :)