13 fevereiro, 2014

Num mundo Perfeito

Acho que as pessoas ainda não perceberam o grande significado da vida.
Sinceramente nem eu devo perceber ainda uma vez que não passo de uma criança, de 24 anos :) No entanto tenho pensado. Tenho pensado muito... As pessoas vivem rodiadas do stress diário, dos problemas, das pessoas, das más situações, e esquecem-se do bom que têm...
Acho que todos se esqueceram de olhar para o ceu, esqueceram-se desentir um abraço do marido, da mãe do pai da amiga... Esqueceram-se de fazer as pazes com eles próprios e com as pessoas que já foram amigas.
Perdemos os dias com mesquinhices, alimentando coisas pequenas, que se tornam em grandes problemas mais tarde.
Ontem na minha página do Facebook AQUI falei acerca de um mundo perfeito, mas não referi que parte de um mundo perfeito faz parte:
- Fazermos as pazes connosco próprios, todos os dias.
- Fazermos as pazes com os outros. Não importa se já falaram se já magoaram. Esqueçam simplesmente. O rancor e dor fazem mal á nossa vida. Perdoem. Não precisam estar e acompanhar essas pessoas (de forma nenhuma) mas por vezes a palavra perdoa-me faz milagres na nossa vida.
- Num mundo perfeito, aproveitamos cada segundo do nosso dia para sorrir e agarrar cada coisa boa.
- Num mundo perfeito, olhamos para as coisas boas e dizemos, eu vou conseguir dar a volta com paz calma e amor.
- Num mundo perfeito ainda, vou ter uma vida bem sucedida para poder mimar muito a minha familia (muitos miminhos mesmo), mas tamém termos todos uma vida monetariamente falando estavel, pois sem o dinheiro ninguem é feliz. Nem me venham com essa conversa. Quem não tem dinheiro para alimentar um filho por exemplo nunca pode ser feliz...
- Num mundo perfeito, teriamos pessoas responsáveis e empenhadas nos seus trabalhos (infelizmente conheco mais pessoas preguiçosas do que outra coisa).
- Num mundo perfeito seria sempre a princesa da minha mãe e do meu pai... (ainda sou, esta continua viva) :)
bem.... apenas quero ser feliz, e quero que tu tambem o sejas... é bom vivermos livres e felizes, é o melhor do mundo.


11 fevereiro, 2014

Estes momentos roubam-me os sonhos de menina

Sou tão medricas, mas tão medricas...
Ontem à noite não falei com os meus pais ao telefone, deitei-me e deu-me um aperto no coração... Respirei fundo e pensei: "Para de pensar asneiras de uma vez por todas. Nada aconteceu, está tudo bem, eles estão bem". Mas de nada adianta. Já quase com os olhos bem fechados, tive de mandar sms ao meu irmão (a esperar q ainda tivesse acordado): "Pedrocas, hoje não ligaram à mana... Está tudo bem?"
- Sim mana,está! A mãe não quis ligar porque já era tarde e diz que precisas descansar...

Ufaaa, está mesmo tudo bem...

Odeio estes medos que me atingem a meio do nada, como se me ameaçassem tirar-me as pessoas mais importantes da minha vida!
Quando é que me tornei tão medricas??? Eu não era assim... Não era mesmo nada assim... E sinceramente  não gosto de ser assim...  Estes momentos roubam-me os sonhos de menina, todos pirosos e cor de rosas, como eu sou na realidade...

07 fevereiro, 2014

Hábitos de Felicidade

Hoje acordei, e em mais uma tentativa de ser Feliz Porque Sim [não se esqueçam que isto é uma etapa diária] decidi apreciar tudo o que nos rodeia.
Quando acordei o meu primeiro pensamento foi: Obrigada Meu Jesus, pelo privilégio de viver este dia.
Depois, durante a minha pequena viagem de metro de casa até ao trabalho, foi como se ninguem estivesse ao meu redor e ri-me sozinha na leitura do livro "dias de uma Princesa" por Catarina Beato,. Ao sair do metro apreceei ainda dentro da estação o barulho que cada pessoa apressada fazia com cada passo que dava, e foi tão giro que chegam a fazer uma canção sem querer...
Mas a melhor parte está por vir... Quando vinha com o saco do pão na mão para levar para o escritório, à saida do Hotel tive o privilégio de ter e sentir milhares de raios de sol! Sim sol!!! Parece impossivel, mas acho que há 3 meses que não via o ceu limpo sem uma unica nuvem em Lisboa... Olhei para eles [raios de sol] e agradeci simplesmente...

Este é um dos hábitos da felicidade, darmos Graças por tudo o que nos rodeia. Se sorrirmos para a vida ela sorrirnos-á de volta...


 
 
 

05 fevereiro, 2014

Tenho saudades de voltar a ser a menina do meu pai e da minha mãe.



Sou uma mimada, e adoro sê-la! Adoro ir a casa [sempre será a minha casa] e ver que tudo o que eu gosto está lá á minha espera. 
Principalmente gosto da festa que a minha mãe faz, não se cala, parece uma criança feliz e entusiasmada que engoliu um radio e quer saber de tudo. Se estou bem, como foi a viagem, se não tenho frio, se me tenho alimentado, como tem o trabalho corrido, enfim mil e uma perguntas.
Tenho saudades do abraço "desapertado" [ele "esconde" a tristeza de me ter longe, não me pode abraçar muito tempo que começa a chorar e o engraçado é que em 20 anos nunca o vi chorar] do meu pai e de ouvir: "Então filha?" Estas duas palavras tem o maior significado do mundo.
Tenho saudades da voz alta e feliz do meu irmão e adoro vê-lo discutir com o meu pai sobre o Sporting.
Tenho saudades do sofá da minha mãe cheio de mantas e almofadas pirosas [piroso para mim é sinônimo de algo muitooo bom] , tenho saudades de me sentar à mesa e deparar-me com metade da minha família lá porque o meu pai adora ter a família toda junta a comer e beber.
Tenho saudades da forma fácil como o meu pai resolve tudo. Quando tenho medo de alguma coisa ele fala alto [como sempre] diz duas ou três coisas muito simples e faz-me acreditar que tudo tem solução e que tudo vai correr bem. 
Tenho ainda mais saudades de quando não tomava o pequeno-almoço antes de ir para a escola e a minha mãe ficava fula porque não passava de uma gaiata de 10,11 anos e o meu pai dizia: Deixa estar a miúda. E mal saímos de casa e íamos a caminho da escola ele parava o carro numa tasquinha a caminho da Fuseta e pedia todos os dias uma sandes mista com um galão, e eu comia. E lá ia para a escola com o pequeno-almoço tomado.
Tenho saudades de ir ás compras com o meu pai aqueles armazéns grandes, em que subia para cima daqueles carrinhos de grades e ele passeava comigo dentro da Unicer em Tavira, e tenho ainda mais saudades das sandes em pão caseiro de presunto que comíamos no final dessas compras.
Tenho saudades do colo da minha mãe, do mimo infinito que ela me dá mesmo com os meus 24 anos. Gosto de "choramingar" para ela me dar ainda mais mimo, e tenho saudades de olhar em frente e ver o meu pai na cadeira dele, a minha mãe no sofá piroso dela e o meu irmão no meio a dizer disparates!