12 janeiro, 2015

Desapontamento.

Quando é que deixamos de ser autênticos? Quando deixamos de ser sinceros? Onde foi que perdemos a autenticidade? Quando é que paramos de pensar nos outros para nos focarmos em nos apenas? 
O umbigo pessoal, o próprio querer, o pensar, o achar, o opinar.
Há dias em que não aguento. Tive um dia bom, olho para céu e agradeço. Agradeçi pelo sol que me acompanhou na estrada. Agradeci pela calma e pelo lindo dia que me aqueceu.
O que dói mesmo? Sair do meu "beco de pensamentos e forma de florear a vida, perfeita" e voltar à vida real.
Onde existe competição, onde existem sentimentos de dor a esconder verdadeiros fracassos sentimentais. Onde existe: Eu Sou, Eu posso, Eu mando.
Gostava que ninguém me obrigasse a competir. Eu não gosto de competir. Odeio competir. Não gosto da sensação de: "tens de ser melhor que..." 
Não gosto de olhares de poder, de Control. Não gosto. 
Contudo, por vezes, damos por nos a ter atitudes que em nada têm a ver connosco. E porquê? Defesa, apenas. 
Dores sentidas? Dores sofridas. 
Só quem sente é verdadeiramente feliz ou triste. Eu vivo tudo intensamente. Ou sou feliz com muita força, ou me desiludo com mais força ainda.
Desapontamento. É o que sinto hoje. É o que me dói hoje. 





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